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insubmisso-sempre


Domingo, 05.01.14

A CONSTITUIÇÃO NÃO É UM PROBLEMA, CARO MELO. PROBLEMA É O "SEU" GOVERNO!

O deputado europeu Nuno Melo, do CDS, afirmou que a Constituição era uma problema para Portugal. É vergonhoso que deputados - que deveriam ser garantes da democracia e da própria Constituição - façam afirmações desse tipo. A Constituição da República Portuguesa nunca será um problema para o país, pois ela é o garante da própria democracia. Problema é o governo que a viola e que impõe políticas e meddias que são assassinas da dignidade de um povo, que é o nosso. Que quereria Nuno Melo? que o governo pudesse fazer tudo o que quer, incluindo espezinhar o povo? Já espezinha, só que não consegue, porque não pode, pisar até matar como, provavelmente, desejaria. Não há-de consegui-lo.

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por insubmisso-sempre às 01:37

Domingo, 01.09.13

RAIS PARTA A CONSTITUIÇÃO!

O primeiro-ministro de Portugal entende que não é o seu governo que deve respeitar os limites da Constituição, mas esta que deve ver os seus limites adaptarem-se aos intentos da governação... ou seja, para ele essa é questão que nem se coloca, pois a Constituição, em sua opinião, tem os limites que o seu governo estabelece em cada medida que impõe. O problema é que o Tribunal Constitucional - que nem sempre tem sido assim avesso aos governantes... -, por vezes não pode fugir à Constituição, mas, quando assim é, lá vem o presidente do PSD acusar os juizes de botas de elástico, só faltando chamar-lhes analfabetos e contrários aos mais elevados desígnios da Nação.

Com Coelho isto está a ficar perigoso. Se o TC não corresponde à sua vontade, ameaça alterar as suas regras de funcionamento; se a Constituição não permite as malvadas políticas que desenvolve, à falta de possibilidade para a alterar, decide a forma de a interpretar; já antes, quando as normas legais sobre serviços mínimos impediram o governo de agir a seu bel-prazer contra os professores, ameaçou mudar essas normas... em suma, o governo está bem o que está mal, troika à parte, é tudo o que o rodeia, uma vez que dificulta a imposição das suas políticas. Raio de democacia: as pessoas protestam, os sindicatos reclamam, os partidos de oposição contrariam... assim, nada parece concorrer para o objetivo definido pelo governo como o único correto, adequado e mesmo possível.

Também era assim que pensava o ditador Salazar e por isso os portugueses levaram com meio século de fascismo em cima. Sim, Salazar o tal sobre quem Coelho quer saber tudo, daí não ter adotado o livro sobre a sua "diplomacia" como de cabeceira, mas como companheiro de viagem. Os tempos mudam, é verdade, mas os candidatos a ditadores não desaparecem e, por vezes, até se disfarçam de democratas. O melhor é estar de olho neles.

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por insubmisso-sempre às 23:44


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