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insubmisso-sempre



Sábado, 25.01.14

Pt q Pr a Px

São, na verdade, abjetas muitas das formas como se concretizam as praxes. Para chegar ao topo de hierarquia basta berrar que nem um parvo e beber que nem esponja. E depois é aquela figurinha estúpida de quem vai ao lado da manada com ar superior, faltando, no entanto, saber o principal: superior a quê?

Tem razão Pacheco Pereira sobre a abjeção:

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/a-abjeccao-1621031

E tínhamos também nós razão, pessoal da UEC, quando nos finais dos anos 70 decidimos dar uns encostos nos jotas da direita (s, com e sem d) que forçaram a reposição da praxe. Perdemos, claro, porque o peso do negócio foi mais forte. O comércio, a restauração, as cervejeiras e os partidos do agora chamado arco do poder nunca se deixariam derrotar perante tão  tão apetecível coisa. Uma vez mais, o dinheiro e a estupidez sairam a ganhar.

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por insubmisso-sempre às 16:18

Sábado, 25.01.14

DIE GEWINNE VON FRAU MERKEL

Os alemães viram a economia crescer. Os alemães não tiveram cortes nos salários nem enormes aumentos da carga fiscal. Os alemães têm uma taxa de desemprego reduzida. Os alemães vão baixar em 4 anos a idade da reforma... Os alemães descobriram que a guerra na Europa poderia ser feita de forma diferente: sem despesa com a tropa, mas com receitas extraordinárias provenientes dos mesmos roubos. É com a fome das nossas crianças, o desemprego dos nossos trabalhadores e o que roubam aos nossos reformados que os alemães de Frau Merkel continuam a encher o pote. E nós deixamos?

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por insubmisso-sempre às 00:28

Sábado, 25.01.14

À CUSTA DE QUANTOS DÉFICES?

O défice português ficou abaixo do previsto, isso é certo. Falta agora saber:

- Quantos despedimentos foram necessários para isso?

- Quantas famílias, por conta da redução do défice, entraram em insolvência?

- Quantos milhares de crianças a chegarem com fome às escolas foram necessárias?

- Quantos milhões de euros foram roubados nos salários de quem trabalha?

- Quantos reformados deixaram de comprar medicamentos?

- Quantas pequenas e médias empresas faliram?

Pois, assim até será possível chegar ao défice zero, desde que deixem Coelho, Portas e demais tropa fandanga destruir o futuro do país. Um país fantasma que ofereceu toda a sua riqueza aos agiotas internacionais.

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por insubmisso-sempre às 00:19

Domingo, 05.01.14

A BAIXA VISÃO DE CAVACO

O Presidente da República tem, por vezes, vertido lágrimas de crocodilo a propósito dos sacrifícios impostos sempre aos mesmos pelas atuais políticas do governo, mas quando se trata de lhes dar aval, ele aí está na primeira linha. A declaração que fez no dia de ano novo foi, mais uma vez, algo que seria mais próprio de um chefe de governo que de um Presidente da República, o que parece confirmar que Cavaco Silva é, verdadeiramente, o chefe do atual governo.

Preocupante no discurso foi que o PR tenha afirmado que, apesar de tudo, as liberdades ainda se mantinham e as pessoas podiam continuar a exercer os seus direitos democráticos. Foi mais ou menos assim. Que quereria Cavaco dizer com tais palavras? Será que os portugueses deverão dar-se por muito satisfeitos por poderem exercer os direitos que a Democracia garante e a Constituição consagra? Era o que mais faltava, que afirmando-se o Estado Português como de Direito Democrático, os portugueses tivessem de agradecer por poderem exercer a democracia.

Os portugueses deverão é contestar cada vez mais por não viverem uma democracia plena e reclamá-la. Isto porque não é democrático um Estado:

- deixar que milhares de crianças passem fome;

- obrigar ageração mais jovem e qualificada a emigrar;

- atirar 1/5 da população ativa para o desemprego;

- negar medicamentos e tratamentos a doentes oncológicos e outros;

- roubar permanentemente os aposentados e reformados;

- atacar os serviços públicos como ataca, pretendendo desmantelá-los;

- deixar morrer idosos por já não terem dinheiro para os medicamentos!

Era isso e mais algumas coisas que Cavaco deveria ver e exigir do governo outras políticas. Mas Cavaco parece andar de vistas curtas... ou não.

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por insubmisso-sempre às 01:50

Domingo, 05.01.14

A CONSTITUIÇÃO NÃO É UM PROBLEMA, CARO MELO. PROBLEMA É O "SEU" GOVERNO!

O deputado europeu Nuno Melo, do CDS, afirmou que a Constituição era uma problema para Portugal. É vergonhoso que deputados - que deveriam ser garantes da democracia e da própria Constituição - façam afirmações desse tipo. A Constituição da República Portuguesa nunca será um problema para o país, pois ela é o garante da própria democracia. Problema é o governo que a viola e que impõe políticas e meddias que são assassinas da dignidade de um povo, que é o nosso. Que quereria Nuno Melo? que o governo pudesse fazer tudo o que quer, incluindo espezinhar o povo? Já espezinha, só que não consegue, porque não pode, pisar até matar como, provavelmente, desejaria. Não há-de consegui-lo.

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por insubmisso-sempre às 01:37

Quarta-feira, 01.01.14

PORCA MISÉRIA!

Quando alguém com responsabilidades no poder afirma que é preciso fechar os olhos ao trabalho infantil, pois ele é fundamental para a sustentabilidade e competitividade das empresas, batemos no fundo. A Europa rasteja perante os grandes interesses dos senhores do dinheiro. Para estes, a asiatização da Europa é fundamental para ganharem ainda mais dinheiro. Deixar adoecer e morrer os velhos, matar à fome os que deveriam ser a força do trabalho e explorar o trabalho de crianças que deveriam estar na escola, estudar e ser crianças são trocos para essa miserável gente que é dona do dinheiro, se quer apropriar das pessoas e anseia governar o mundo. E ainda queriam convencer-nos que a luta de classes tinha acabado... Ela está viva como nunca e a guerra prestes a estalar.

Miseravelmente, esta Europa está a deixar-se humilhar e não devia, mas quer. Quando a exploração chega ao ponto a que chega, com a utilização desavergonhada das crianças, já não é apenas alguma coisa que está mal, mas tudo! Tudo está mal.

Por cá, os que procuram vergar o nosso povo e pôr Portugal a rastejar - aqueles para quem os instrumentos legais não têm margens, ainda que sejam as constitucionais - também têm nomes: Cavaco Silva, Passos Coelho, Paulo Portas, PSD, CDS e muitos outros que se excaixam na escala hierárquica do poder e impõem, no terreno, todas as malfeitorias. Porca miséria!

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por insubmisso-sempre às 23:39


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